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Dr. Leonel Takada 

“Demência senil” é um termo antigo. Hoje sabemos muito mais sobre o cérebro

  • Foto do escritor: Dr. Leonel Takada
    Dr. Leonel Takada
  • 16 de mar.
  • 1 min de leitura

A expressão “demência senil” ficou no passado.

Hoje entendemos que alterações cognitivas importantes geralmente estão relacionadas a doenças específicas do cérebro, e não apenas ao envelhecimento.

Essa mudança de conceito foi essencial para melhorar o diagnóstico, pesquisa e tratamento.

Envelhecer não significa necessariamente perder a autonomia cognitiva.


Durante muito tempo, era comum ouvir o termo “demência senil”.

Ele era usado para descrever perda cognitiva em pessoas idosas.


Mas hoje sabemos que o envelhecimento por si só não causa demência.

Alterações cognitivas importantes geralmente têm uma doença específica por trás.


Entre as causas mais comuns estão:

🧠  Doença de Alzheimer  🧠 Demência vascular  🧠 Demência com corpos de Lewy  🧠 Demência frontotemporal


Por isso, a medicina deixou de usar o termo “senil”.

Ele não explica a causa do problema e pode levar à ideia equivocada de que é algo “normal da idade”.


Perda cognitiva significativa não deve ser considerada parte natural do envelhecimento.

Avaliar é sempre importante.

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